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A rota em formato de circuito parte do Parque Araçá, segue até o Pico Araçatuba (1.673 m) e retorna pela Lapinha, totalizando aproximadamente 11 km e 750 m de ganho de elevação. O percurso alterna mata, campos de altitude, subidas mais íngremes e trechos técnicos, exigindo resistência cardiovascular, força e atenção ao terreno. No retorno pela Lapinha, a descida pede controle de ritmo e cuidado, completando um treino desafiador e com belas vistas da Serra do Araçatuba.
A trilha de aproximadamente 2,8 km de extensão que leva ao cume do Morro do Cal, localizado em Campo Largo, oferece um trajeto linear caracterizado por sua curta distância aliada a uma inclinação bastante acentuada. O percurso é predominantemente formado por trechos de terra batida, cascalho e rochas soltas, exigindo um esforço cardiovascular intenso e contínuo para vencer o rápido desnível positivo até o topo, que atinge cerca de 1.120 metros de altitude e abriga uma ampla rampa natural de voo livre. O retorno pela estrada impõe uma descida íngreme que exige atenção à frenagem muscular e controle corporal devido à natureza escorregadia do terreno seco.
A rota linear de bate e volta partindo da Base do IAT em Quatro Barras até o cume do Morro do Anhangava (1.420m de altitude), utilizando exclusivamente a trilha da Samambaia para a subida e a descida, oferece um trajeto prolongado, porém significativamente menos técnico.Fazemos uma progressão gradual e fluida em meio à mata, com piso predominante de terra firme e raízes. O traçado exige um esforço cardiovascular constante para vencer o desnível positivo contínuo a partir da base (aproximadamente 980m), mas entrega uma descida muito mais segura e amigável para as articulações no retorno.
A rota dos 21Km da Maratona de Curitiba apresenta uma topografia desafiadora, famosa por seu relevo de sobe e desce constante pelas ruas da capital paranaense, configurando um traçado urbano pouco favorável para a quebra de recordes pessoais (PR). O percurso é marcado por oscilações severas de elevação, impondo longas descidas acentuadas e subidas exigentes.
A Maratona de Curitiba apresenta uma topografia desafiadora e famosa por seu sobe e desce constante, consolidando-se como um percurso pouco favorável para quem busca quebrar recordes pessoais (PR). O traçado urbano impõe um alto desgaste físico, exigindo extrema resistência muscular e forte preparo psicológico para lidar com as variações contínuas de altimetria ao longo dos 42.195 km. A dinâmica desta rota requer pernas muito bem preparadas tanto para suportar e absorver a carga de impacto durante as descidas acentuadas quanto para gerar a potência de impulsão necessária para vencer as ladeiras longas.
O circuito de aproximadamente 8,5 km que conecta a Base do IAT ao cume do Morro do Anhangava (1.420m) com retorno pela trilha da Samambaia (1.340m) acumula um ganho de elevação de 525 metros em terreno técnico. A subida exige escalaminhada e o uso de grampos de ferro na rocha, o que eleva a frequência cardíaca para zonas intensas e trabalha fortemente a potência de glúteos e quadríceps. Já o retorno, por ser um declive mais fluido e contínuo, funciona perfeitamente para treinar a resistência de frenagem muscular e o controle respiratório, forçando o corpo a estabilizar o ritmo de volta para a sua base aeróbica.
A trilha linear que parte da Base do IAT em Quatro Barras até o cume do Morro Pão de Loth (1.300m de altitude) oferece um percurso de nível leve a moderado, com um tempo médio de ascensão de 2 horas. O trajeto caracteriza-se por um aclive contínuo e fluido, apresentando um terreno com poucos obstáculos técnicos e sem a necessidade de trechos de escalaminhada, exigindo apenas um esforço físico constante ao longo da caminhada até o topo.